Prevenção é ainda a melhor arma contra o diabetes
Avanços no tratamento permitem aos diabéticos levar uma vida normal, mas ainda não trouxeram cura para a doença.
Por Camilla Muniz
Caracterizada pelo acúmulo de glicose no sangue, o diabetes é hoje uma doença que já atingiu o status de epidemia. Segundo estimativas da Federação Internacional de Diabetes, 285 milhões de pessoas em todo o mundo são diabéticas. Dentro de 20 anos, esse número deve aumentar para 438 milhões, já que mais de 7 milhões de novos casos da doença surgem a cada ano.
No Brasil, a tendência de avanço é a mesma, e embora não haja cura para o diabetes, o controle da doença, quando bem feito, permite que o diabético leve uma vida praticamente normal. A favor dos pacientes está a atualização constante dos tratamentos disponíveis, garante o endocrinologista Saulo Cavalcanti, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes e do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Segundo o médico, a introdução das gliptinas na terapêutica do diabetes tipo 2, há cerca de três anos, foi muito benéfica, contribuindo até para a redução dos riscos do paciente desenvolver hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue). Essa possibilidade existe porque as drogas que ajudam a controlar a quantidade de açúcar na corrente sanguínea do diabético atuam continuamente, mesmo quando não é necessário.
As gliptinas são uma classe de medicamentos orais que inibem a ação da enzima DPP-4, que destrói o hormônio incretina. Produzida pelo intestino, a incretina potencializa a produção de insulina pelo pâncreas. Dessa forma, as gliptinas melhoram a síntese e a liberação de insulina e ainda reduzem a produção de glicose pelo fígado.
Para os pacientes com diabetes do tipo 1, as insulinas de ação prolongada foram um ganho significativo. Surgidas há aproximadamente oito anos, elas são feitas através de técnicas de recombinação genética e podem diminuir a quantidade de aplicações diárias do hormônio. “Além disso, os aparelhos medidores de glicose ficaram mais modernos e as agulhas, mais finas, o que reduz a dor na hora da aplicação”, explica Cavalcanti.
Inovações são bem-vindas, mas é preciso cautela
Os médicos agora esperam o lançamento comercial de um medicamento que promete ajudar os diabéticos a excretarem glicose pela urina, facilitando a eliminação do excesso de açúcar da corrente sanguínea. Segundo Saulo Cavalcanti, a droga se mostrou eficaz em testes e deve estar disponível dentro de um ano. No entanto, é preciso ter cautela com essas novidades.
“Quando surge uma nova droga, é como se aparecesse uma nova luz no fim do túnel para o diabético. Mas é preciso ter calma, porque os medicamentos se revelam mais ou menos vantajosos aos poucos, à medida que vão sendo usados pelos próprios pacientes”, destaca o endocrinologista.
Já o transplante de células-beta (células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina) e as pesquisas com células-tronco, que ajudariam muito os diabéticos do tipo 1, ainda representam apenas uma esperança. Para Cavalcanti, iniciativas e estudos têm de ser estimulados; no entanto, não podem ser considerados como uma real opção neste momento.
O que já está sendo realizado, mas somente em casos especiais aprovados por comitês de ética e em caráter experimental, é a cirurgia metabólica. No procedimento, é feita a transposição de uma parte do intestino delgado chamada íleo, o que proporciona o aumento da produção das incretinas — substâncias reduzidas no organismo dos diabéticos — e, consequentemente, de insulina.
Evite o diabetes
Como não há cura para o diabetes, pelo menos por enquanto, a prevenção ainda é o melhor remédio, sobretudo porque o tipo 2 (quando o organismo apresenta resistência à insulina, o que impede as células de metabolizarem quantidades suficientes de glicose) é o mais comum e representa 90-92% dos casos.
Enquanto o tipo 2 pode e deve ser prevenido, o diabetes tipo 1 (doença auto-imune caracterizada pela destruição das células-beta) é desencadeado por fatores genéticos — não há prevenção, portanto — e atinge de 8% a 10% dos pacientes.
Segundo Saulo Cavalcanti, a melhor forma de prevenir o diabetes tipo 2 é seguir uma educação alimentar e esportiva, já que a doença tem origem, muitas vezes, na obesidade. O endocrinologista salienta que, hoje, é preocupante que 52% dos brasileiros estejam com excesso de peso.
Além disso, aqueles que pertencem ao grupo de risco — pessoas com hipertensão, colesterol alto, triglicérides elevado, obesidade ou algum caso de diabetes na família — devem fazer o teste de medição de glicemia frequentemente. “Cerca de 40% a 50% dos diabéticos do tipo 2 não sabem que tem a doença, que pode ficar até dez anos sem manifestar sintomas”, afirma Cavalcanti. “Por isso é tão importante ter o controle dos níveis de açúcar no sangue, porque, às vezes, o diabetes é descoberto em um estágio já muito avançado, o que contribui para o desenvolvimento de complicações como perda da visão, disfunção erétil e infarto.”
De acordo com um ranking divulgado pela Federação Internacional de Diabetes em 2004, o Brasil ocupava a oitava posição entre os países com maior número de pacientes diabéticos. Em 1988, o Censo Nacional de Diabetes revelou que 7,6% da população urbana entre 30 e 69 anos sofria da doença.
Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/saude/prevencao-e-ainda-a-melhor-arma-contra-o-diabetes/?ga=dtf
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Cora Coralina
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
"O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida."
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Pesquisa
Olá meninas,
Espero que estejam todas bem e com muita saúde.
Hoje vim convida-las a participar de uma pesquisa séria e muito necessaria sobre pacientes reumáticos.
Voce é compreendido pelas pessoas que te cercam?
Participe de uma pesquisa internacional , o foco é investigar como os pacientes remáticos vivem no seu circulo , como as pessoas o tratam , etc.
Você pode encontrar a pesquisa no blog gruparrp.blogspot.com ou no link a baixo:
www.lackofunderslandig.nl
Espero que estejam todas bem e com muita saúde.
Hoje vim convida-las a participar de uma pesquisa séria e muito necessaria sobre pacientes reumáticos.
Voce é compreendido pelas pessoas que te cercam?
Participe de uma pesquisa internacional , o foco é investigar como os pacientes remáticos vivem no seu circulo , como as pessoas o tratam , etc.
Você pode encontrar a pesquisa no blog gruparrp.blogspot.com ou no link a baixo:
www.lackofunderslandig.nl
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saúde
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Meninas,faz alguns meses que descobri que tenho espondilite aquilosante. Pesquisando sobre o assunto descobri que ela é muito mais frequente em homens do que em mulheres. Tive muita dificuldade em achar sites que me dessem informações relevantes sobre a doença e mais ainda sobre o tratamento. Hoje encontrei um excelente site que me tirou todas as dúvidas. Faz um Mês que estou fazendo quimioterapia oral (metotrexato) e não tinha achado nenhuma referência a esse tipo de tratamento; já estava até com medo de que o médico me tivesse indicado o tratamento errado (rs,rs,rs,...). Por isso estou postando aqui a matéria que esclareu todas as dúvidas que eu ainda tinha.
Beijos no coração de todas vocês
Espondilite Anquilosante
Dr. Eduardo de Souza Meirelles
Tratamento
Como é o tratamento?
Como é o tratamento medicamentoso?
Existem outras alternativas para aliviar a dor?
A acupuntura pode ser utilizada no tratamento?
O paciente pode passar por um tratamento com radioterapia?
Como a cirurgia pode auxiliar no tratamento?
Qual é a importância dos exercícios?
Quais são os objetivos da fisioterapia?
Como o paciente deve agir durante o tratamento?
Quais são os cuidados que o paciente deve ter com a coluna?
Como deve ser o repouso?
A cama e o colchão do paciente devem ser adaptados?
Quais são os cuidados com a postura ao se sentar?
Coletes e cintas podem ajudar a manter a postura ereta?
A espondilite anquilosante pode prejudicar a vida profissional do paciente?
O que o paciente pode fazer no trabalho para prevenir a coluna "torta"?
Quais os cuidados que ele deve ter com a alimentação?
Que cuidados deve ter ao dirigir um automóvel?
O paciente pode praticar qualquer tipo de esporte?
A doença interfere na atividade sexual?
Existem riscos na gravidez de mulheres com espondilite?
Recomendações Finais
Como é o tratamento?
Não há cura para a espondilite anquilosante e, embora a doença tenda a ser menos ativa conforme a idade avança, o paciente deve estar consciente de que o tratamento deve durar para sempre. O tratamento objetiva o alívio dos sintomas e a melhora da mobilidade da coluna onde a mesma tenha diminuído, permitindo ao paciente ter uma vida social e profissional normal. O tratamento engloba o uso de medicamentos, fisioterapia, correção postural e exercícios, que deve ser adaptado a cada paciente.
Como é o tratamento medicamentoso?
Utilizam-se analgésicos para aliviar a dor e anti-inflamatórios. Existem várias substâncias capazes de reduzir ou eliminar a dor, que permitem ao paciente uma boa noite de sono e seguir um programa de exercícios. Alguns dos medicamentos mais novos são criados para serem efetivos durante a noite e durante a primeira parte do dia.
Os remédios podem ser paliativos como os analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares, ou então modificadores da evolução da doença ou indutores de remissão da doença, como a sulfasalazina e o metotrexato.
Passada a fase aguda da doença, a maioria dos pacientes não necessita de remédios, uma vez que façam parte de um programa regular de exercícios. Os remédios são necessários esporadicamente, apenas quando os sintomas reaparecem apesar da terapia de exercícios.
Para outros pacientes, pode ser necessário um tratamento contínuo com doses reduzidas (manutenção) de medicamentos.
Existem outras alternativas para aliviar a dor?
O paciente pode utilizar o calor que, em todas as suas variadas formas, ajudará no alívio da dor e rigidez. Um banho quente após o descanso, uma bolsa de água quente ou um cobertor elétrico podem ser suficientes. Não é necessário utilizar lâmpadas especiais.
A acupuntura pode ser utilizada no tratamento?
Embora até o momento não haja provas de que a acupuntura, ou qualquer outro tratamento paramédico, sejam efetivos no tratamento da doença, existem evidências de que a acupuntura, desde que realizada por profissional habilitado, apresenta bons resultados no alívio da dor crônica. Não se engane submetendo-se a tratamentos dispendiosos que não tenham sido comprovados cientificamente. Para pacientes com pescoço rígido, a manipulação pode ser perigosa.
O paciente pode passar por um tratamento com radioterapia?
O tratamento por radioterapia já foi comum em casos de espondilite anquilosante, sendo, sem dúvida, eficaz, especialmente no controle da dor. Ele é raramente utilizado hoje em dia, devido à indiscutível correlação entre seu uso e o crescente risco de câncer e leucemia (mesmo sendo este risco pequeno). Atualmente, a maioria dos reumatologistas utilizam essa forma de terapia apenas em circunstâncias excepcionais, no tratamento de dores intensas e crônicas do calcanhar, não responsivas ao tratamento com remédios.
Como a cirurgia pode auxiliar no tratamento?
É utilizada com maior freqüência para restaurar os movimentos de juntas do quadril danificadas (artroplastia) e, raramente, para posicionar corretamente as costas ou o pescoço daqueles que se tornaram tão afetados pela doença a ponto de não conseguirem olhar para frente, tendo dificuldades até para atravessar uma rua.
Qual é a importância dos exercícios?
O propósito dos exercícios é conscientizá-lo de sua postura, especialmente com relação às suas costas, e encorajar o movimento livre de algumas juntas, particularmente ombros e quadris. É importante fortalecer os músculos, pois o movimento reduzido, mesmo por um curto período de tempo, os enfraquece, podendo levar muito tempo para reconstruí-los.
Quais são os objetivos da fisioterapia?
Provavelmente, em algum momento, o paciente receberá tratamento de algum fisioterapeuta. Ele deve aprender uma rotina de exercícios que poderá praticar todos os dias. Os exercícios são indicados com base nas necessidades individuais de cada um. O paciente deve ir a um departamento de fisioterapia durante uma ou duas sessões para aprender os exercícios. Contudo, o fisioterapeuta não fará seu tratamento sem receita ou carta de um médico, que dever ser consultado em primeiro lugar.
Como o paciente deve agir durante o tratamento?
Como parte do tratamento da espondilite anquilosante, é importante que ele cuide de sua saúde e postura. Isso inclui evitar o excesso de peso e de cansaço por longos períodos de trabalho ou por excesso de compromissos.
O lema para o tratamento, o qual cada paciente deveria aprender e obedecer, é: É FUNÇÃO DO MÉDICO ALIVIAR A DOR E É FUNÇÃO DO PACIENTE PRATICAR EXERCÍCIOS E MANTER BOA POSTURA.
Os princípios de tratamento são:
Tomar cuidado com a saúde geral e prestar atenção à dieta;
Insistir nos exercícios que visem a manutenção da postura e mobilidade das juntas afetadas pela doença. A postura, portanto, é extremamente importante quando estiver no trabalho, se divertindo ou dormindo;
Consultar o médico se necessitar de alívio para a dor ou controle medicamentoso para a fase aguda da doença;
Não temer os medicamentos para controlar a dor. Uma vez controlada, é possível aplicar um programa regular de exercícios, os quais controlarão, por si só, a dor, fazendo com que os remédios se tornem menos necessários;
Cooperar com o médico, fazendo avaliações periódicas de sua saúde geral.
Quais são os cuidados que o paciente deve ter com a coluna?
Deitar-se de bruços em uma superfície firme por cerca de 20 minutos a cada manhã ou começo de noite.
Repetir os exercícios de respiração profunda em intervalos freqüentes durante o dia.
Tomar cuidado com sua postura - corrigindo-a constantemente, não somente durante os exercícios mas também enquanto sentado, em pé ou andando.
Fazer alguns dos exercícios todos os dias.
Como deve ser o repouso?
Se a espondilite anquilosante estiver muito ativa e a rigidez bastante problemática, podem ser necessários um descanso temporário do trabalho ou uma estadia em um hospital. Isso não significa permanecer imóvel, pois isto poderia acelerar a rigidez da coluna. Deve-se praticar exercícios para as costas, tórax e membros, para mantê-los maleáveis.
Quando deitado na cama, é importante que o paciente se mantenha em posição perfeitamente horizontal, deitado de costas e, também, algumas vezes, deve deitar-se de bruços. O ideal é deitar de bruços por 20 minutos antes de levantar pela manhã e 20 minutos antes de dormir à noite.
A princípio, é possível que ele não tolere mais que 5 minutos de cada vez ou necessite de um travesseiro sob o tórax, mas, com a prática, conforme a coluna relaxa, torna-se mais fácil. Se isso se tornar um hábito, auxiliará para evitar que suas costas se encurvem. Embora deitar de bruços possa não ser prático, algum tempo dedicado a isto é melhor do que nada.
A cama e o colchão do paciente devem ser adaptados?
Deve ser firme e sem depressões. Se o colchão estiver deformado, o paciente pode utilizar uma tábua adequada entre o colchão e o estrado da cama. Uma folha de compensado de 70 x 150 x 1 cm é o ideal. É mais confortável deitar-se dessa forma do que em uma cama muito flexível. Posteriormente, quando a fase ativa dolorosa da espondilite anquilosante tiver passado, é importante manter a cama rígida, evitando qualquer tendência de curvatura da coluna. Se o paciente estiver viajando ou em um hotel, pode colocar o colchão no chão e dormir sobre ele.
Quais são os cuidados com a postura ao se sentar?
Como a espondilite anquilosante, quando não tratada, causa flexão contínua ou fixa da coluna (o paciente se torna cada vez mais imóvel), deve-se permanecer o mais ereto possível. É muito improvável que a coluna se enrijeça totalmente mas, caso aconteça, o paciente deve fazer o possível para que a mesma permaneça reta.
Muitos pacientes acham que cadeiras altas com assento firme e encosto reto, embora menos confortável, são melhores para a postura da coluna. O assento da cadeira não deve ser muito longo, entre o encosto e a ponta, pois a pessoa terá dificuldades em posicionar a coluna lombar na base do fundo da cadeira. O paciente não deve permanecer muito tempo sentado em cadeiras baixas e macias, pois isso resulta em má postura e dor excessiva.
Coletes e cintas podem ajudar a manter a postura ereta?
Eles não têm, em geral, nenhum valor, podendo até piorar a espondilite anquilosante. É melhor desenvolver seus próprios músculos e permanecer em postura ereta por meios naturais. Ocasionalmente, algum tipo de cinta pode sernecessária, por exemplo, após uma lesão nas costas. Porém, essa decisão deve ser tomada por um médico experiente no tratamento da doença.
A espondilite anquilosante pode prejudicar a vida profissional do paciente?
A experiência indica que pacientes com espondilite anquilosante são capazes de executar muitos tipos de trabalho, sejam intelectuais, semi-qualificados ou braçais, embora os trabalhos intelectuais sejam os de maior adaptação.
Existem exemplos de pacientes executando funções fisicamente estressantes, incluindo-se carpinteiros e operários de construção.
Um emprego que exija que o paciente alterne entre sentar-se, andar e permanecer em pé é ideal. O trabalho mais inadequado é aquele em que ele precisa se encurvar ou agachar-se sob uma bancada por horas seguidas.
Há pacientes com sucesso em carreiras profissionais de destaque. Com exceção de alguns casos especiais, a espondilite anquilosante não deve trazer dificuldades na obtenção de seguros de vida ou financiamentos para aquisição de imóveis.
O que o paciente pode fazer no trabalho para prevenir a coluna "torta"?
Postura: prestar atenção especial à posição das costas quando estiver trabalhando, de modo que não precise se encurvar. Se sentar em uma cadeira ou banco, certificar-se que o assento esteja na altura apropriada e não permaneça na mesma posição por muito tempo, sem mover suas costas.
Diminuir atividades: se ele tiver um trabalho pesado ou estafante, não deve se engajar em outras atividades em casa ou em outro lugar até que tenha descansado e, se necessário, deitado por algum tempo.
Repouso: também pode ser de grande auxílio, deitar-se por 20 minutos ao meio-dia e, dentro desse intervalo, permanecer alguns minutos deitado de bruços.
Procurar ajuda: se o trabalho é totalmente inadequado, envolvendo muita tensão nas costas ou exigindo que se curve, relatar isso a seu médico. Ele é capaz de aconselhá-lo a adaptar-se ao trabalho, envolvendo até mudanças de atividade. Alguns pacientes com espondilite anquilosante obtiveram êxito explicando suas necessidades a seus patrões e médicos.
Quais os cuidados que ele deve ter com a alimentação?
Quando a espondilite anquilosante está ativa, toda a saúde padece; o paciente perde peso, fica anormalmente cansado, deprimido ou anêmico. Nessas épocas, precisará de descanso extra e de uma dieta nutritiva. Uma boa dieta, nesse caso, contém duas porções de proteína alimentar ao dia - carne ou peixe. Frutas e vegetais são fontes de vitaminas e meio litro de leite por dia fornecerá o suplemento de cálcio necessário. Se necessário, o médico pode indicar comprimidos contendo ferro para combater a anemia.
Que cuidados deve ter ao dirigir um automóvel?
Se tiver de dirigir durante muito tempo, é importante parar por cerca de 5 minutos e sair do carro para se espreguiçar. A dor e rigidez podem distrair sua atenção, a qual é vital para sua segurança.
Muitos pacientes com rigidez do pescoço e de outras partes da coluna têm dificuldades em estacionar em marcha-ré, seja em vagas comuns ou garagens. É possível utilizar ou adaptar espelhos especiais para auxiliar o motorista. É importante que se pratique, utilizando a nova técnica, em uma grande área aberta com alguns obstáculos leves de madeira, os quais funcionariam como marcadores (um pedaço de cabo de vassoura fixado no solo pode ser útil para este propósito).
Apoios para a cabeça são aconselháveis para impedir lesões no pescoço devido à desaceleração repentina. O pescoço enrijecido de um paciente com espondilite anquilosante, é lesionado mais facilmente do que um pescoço normal. Um emblema de motorista deficiente pode ser apropriado se o paciente não puder caminhar muito rapidamente, o que é raro em casos de espondilite anquilosante.
O paciente pode praticar qualquer tipo de esporte?
Muitos pacientes perguntam quais atividades esportivas são apropriadas para eles. A atividade ideal é a natação, de preferência em piscina aquecida, pois utiliza todos os músculos e juntas sem friccioná-los. O nado regular é algo que toda a família pode fazer.
Alguns pacientes jovens gostam de correr em campos, de jogar tênis ou andar a cavalo. Esportes de contato não são indicados pois as juntas podem ser danificadas. Andar de bicicleta também é uma forma de exercício bastante benéfica, pois mantém as juntas ativas, dando maior força às pernas. Além disso, é um bom exercício de respiração e auxilia na expansibilidade do tórax, por vezes diminuída pela espondilite..
A doença interfere na atividade sexual?
Geralmente, a espondilite anquilosante não interfere na atividade sexual, a não ser que o quadril seja afetado, caso em que a moderna operação denominada artroplastia do quadril, se faz consideravelmente útil na liberação dos movimentos.
Existem riscos na gravidez de mulheres com espondilite?
A gravidez em mulheres com espondilite anquilosante não traz danos para a mãe ou o bebê, mas diferentemente de outras formas de reumatismo, a espondilite não melhora durante este período. Os bebês geralmente nascem da forma normal mas, eventualmente, é necessária uma cesariana caso as juntas do quadril se tornem muito rígidas.
Recomendações finais:
Pode haver alguma restrição do movimento das juntas afetadas mas, com o tratamento adequado e exercícios desde o início, a incapacidade se mantém branda. Além disso, as juntas do quadril não devem se enrijecer em posição flexionada.
Nem todos os pacientes que sofrem da doença retornam ao normal, mesmo quando exercícios são feitos, porém sérias deformidades podem ser prevenidas.
Lembre-se sempre de consultar o seu médico sobre a sua espondilite, pois ela se manifesta de forma muito diferente entre os seus portadores. Ele será de fundamental importância na prescrição dos seus medicamentos, na orientação dos seus exercícios e da sua fisioterapia e no seu aconselhamento geral, fundamentais para melhorar a sua espondilite e a sua auto-estima.
Fonte: http://emedix.uol.com.br/doe/reu001_1i_espondilite.php#texto1
Beijos no coração de todas vocês
Espondilite Anquilosante
Dr. Eduardo de Souza Meirelles
Tratamento
Como é o tratamento?
Como é o tratamento medicamentoso?
Existem outras alternativas para aliviar a dor?
A acupuntura pode ser utilizada no tratamento?
O paciente pode passar por um tratamento com radioterapia?
Como a cirurgia pode auxiliar no tratamento?
Qual é a importância dos exercícios?
Quais são os objetivos da fisioterapia?
Como o paciente deve agir durante o tratamento?
Quais são os cuidados que o paciente deve ter com a coluna?
Como deve ser o repouso?
A cama e o colchão do paciente devem ser adaptados?
Quais são os cuidados com a postura ao se sentar?
Coletes e cintas podem ajudar a manter a postura ereta?
A espondilite anquilosante pode prejudicar a vida profissional do paciente?
O que o paciente pode fazer no trabalho para prevenir a coluna "torta"?
Quais os cuidados que ele deve ter com a alimentação?
Que cuidados deve ter ao dirigir um automóvel?
O paciente pode praticar qualquer tipo de esporte?
A doença interfere na atividade sexual?
Existem riscos na gravidez de mulheres com espondilite?
Recomendações Finais
Como é o tratamento?
Não há cura para a espondilite anquilosante e, embora a doença tenda a ser menos ativa conforme a idade avança, o paciente deve estar consciente de que o tratamento deve durar para sempre. O tratamento objetiva o alívio dos sintomas e a melhora da mobilidade da coluna onde a mesma tenha diminuído, permitindo ao paciente ter uma vida social e profissional normal. O tratamento engloba o uso de medicamentos, fisioterapia, correção postural e exercícios, que deve ser adaptado a cada paciente.
Como é o tratamento medicamentoso?
Utilizam-se analgésicos para aliviar a dor e anti-inflamatórios. Existem várias substâncias capazes de reduzir ou eliminar a dor, que permitem ao paciente uma boa noite de sono e seguir um programa de exercícios. Alguns dos medicamentos mais novos são criados para serem efetivos durante a noite e durante a primeira parte do dia.
Os remédios podem ser paliativos como os analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares, ou então modificadores da evolução da doença ou indutores de remissão da doença, como a sulfasalazina e o metotrexato.
Passada a fase aguda da doença, a maioria dos pacientes não necessita de remédios, uma vez que façam parte de um programa regular de exercícios. Os remédios são necessários esporadicamente, apenas quando os sintomas reaparecem apesar da terapia de exercícios.
Para outros pacientes, pode ser necessário um tratamento contínuo com doses reduzidas (manutenção) de medicamentos.
Existem outras alternativas para aliviar a dor?
O paciente pode utilizar o calor que, em todas as suas variadas formas, ajudará no alívio da dor e rigidez. Um banho quente após o descanso, uma bolsa de água quente ou um cobertor elétrico podem ser suficientes. Não é necessário utilizar lâmpadas especiais.
A acupuntura pode ser utilizada no tratamento?
Embora até o momento não haja provas de que a acupuntura, ou qualquer outro tratamento paramédico, sejam efetivos no tratamento da doença, existem evidências de que a acupuntura, desde que realizada por profissional habilitado, apresenta bons resultados no alívio da dor crônica. Não se engane submetendo-se a tratamentos dispendiosos que não tenham sido comprovados cientificamente. Para pacientes com pescoço rígido, a manipulação pode ser perigosa.
O paciente pode passar por um tratamento com radioterapia?
O tratamento por radioterapia já foi comum em casos de espondilite anquilosante, sendo, sem dúvida, eficaz, especialmente no controle da dor. Ele é raramente utilizado hoje em dia, devido à indiscutível correlação entre seu uso e o crescente risco de câncer e leucemia (mesmo sendo este risco pequeno). Atualmente, a maioria dos reumatologistas utilizam essa forma de terapia apenas em circunstâncias excepcionais, no tratamento de dores intensas e crônicas do calcanhar, não responsivas ao tratamento com remédios.
Como a cirurgia pode auxiliar no tratamento?
É utilizada com maior freqüência para restaurar os movimentos de juntas do quadril danificadas (artroplastia) e, raramente, para posicionar corretamente as costas ou o pescoço daqueles que se tornaram tão afetados pela doença a ponto de não conseguirem olhar para frente, tendo dificuldades até para atravessar uma rua.
Qual é a importância dos exercícios?
O propósito dos exercícios é conscientizá-lo de sua postura, especialmente com relação às suas costas, e encorajar o movimento livre de algumas juntas, particularmente ombros e quadris. É importante fortalecer os músculos, pois o movimento reduzido, mesmo por um curto período de tempo, os enfraquece, podendo levar muito tempo para reconstruí-los.
Quais são os objetivos da fisioterapia?
Provavelmente, em algum momento, o paciente receberá tratamento de algum fisioterapeuta. Ele deve aprender uma rotina de exercícios que poderá praticar todos os dias. Os exercícios são indicados com base nas necessidades individuais de cada um. O paciente deve ir a um departamento de fisioterapia durante uma ou duas sessões para aprender os exercícios. Contudo, o fisioterapeuta não fará seu tratamento sem receita ou carta de um médico, que dever ser consultado em primeiro lugar.
Como o paciente deve agir durante o tratamento?
Como parte do tratamento da espondilite anquilosante, é importante que ele cuide de sua saúde e postura. Isso inclui evitar o excesso de peso e de cansaço por longos períodos de trabalho ou por excesso de compromissos.
O lema para o tratamento, o qual cada paciente deveria aprender e obedecer, é: É FUNÇÃO DO MÉDICO ALIVIAR A DOR E É FUNÇÃO DO PACIENTE PRATICAR EXERCÍCIOS E MANTER BOA POSTURA.
Os princípios de tratamento são:
Tomar cuidado com a saúde geral e prestar atenção à dieta;
Insistir nos exercícios que visem a manutenção da postura e mobilidade das juntas afetadas pela doença. A postura, portanto, é extremamente importante quando estiver no trabalho, se divertindo ou dormindo;
Consultar o médico se necessitar de alívio para a dor ou controle medicamentoso para a fase aguda da doença;
Não temer os medicamentos para controlar a dor. Uma vez controlada, é possível aplicar um programa regular de exercícios, os quais controlarão, por si só, a dor, fazendo com que os remédios se tornem menos necessários;
Cooperar com o médico, fazendo avaliações periódicas de sua saúde geral.
Quais são os cuidados que o paciente deve ter com a coluna?
Deitar-se de bruços em uma superfície firme por cerca de 20 minutos a cada manhã ou começo de noite.
Repetir os exercícios de respiração profunda em intervalos freqüentes durante o dia.
Tomar cuidado com sua postura - corrigindo-a constantemente, não somente durante os exercícios mas também enquanto sentado, em pé ou andando.
Fazer alguns dos exercícios todos os dias.
Como deve ser o repouso?
Se a espondilite anquilosante estiver muito ativa e a rigidez bastante problemática, podem ser necessários um descanso temporário do trabalho ou uma estadia em um hospital. Isso não significa permanecer imóvel, pois isto poderia acelerar a rigidez da coluna. Deve-se praticar exercícios para as costas, tórax e membros, para mantê-los maleáveis.
Quando deitado na cama, é importante que o paciente se mantenha em posição perfeitamente horizontal, deitado de costas e, também, algumas vezes, deve deitar-se de bruços. O ideal é deitar de bruços por 20 minutos antes de levantar pela manhã e 20 minutos antes de dormir à noite.
A princípio, é possível que ele não tolere mais que 5 minutos de cada vez ou necessite de um travesseiro sob o tórax, mas, com a prática, conforme a coluna relaxa, torna-se mais fácil. Se isso se tornar um hábito, auxiliará para evitar que suas costas se encurvem. Embora deitar de bruços possa não ser prático, algum tempo dedicado a isto é melhor do que nada.
A cama e o colchão do paciente devem ser adaptados?
Deve ser firme e sem depressões. Se o colchão estiver deformado, o paciente pode utilizar uma tábua adequada entre o colchão e o estrado da cama. Uma folha de compensado de 70 x 150 x 1 cm é o ideal. É mais confortável deitar-se dessa forma do que em uma cama muito flexível. Posteriormente, quando a fase ativa dolorosa da espondilite anquilosante tiver passado, é importante manter a cama rígida, evitando qualquer tendência de curvatura da coluna. Se o paciente estiver viajando ou em um hotel, pode colocar o colchão no chão e dormir sobre ele.
Quais são os cuidados com a postura ao se sentar?
Como a espondilite anquilosante, quando não tratada, causa flexão contínua ou fixa da coluna (o paciente se torna cada vez mais imóvel), deve-se permanecer o mais ereto possível. É muito improvável que a coluna se enrijeça totalmente mas, caso aconteça, o paciente deve fazer o possível para que a mesma permaneça reta.
Muitos pacientes acham que cadeiras altas com assento firme e encosto reto, embora menos confortável, são melhores para a postura da coluna. O assento da cadeira não deve ser muito longo, entre o encosto e a ponta, pois a pessoa terá dificuldades em posicionar a coluna lombar na base do fundo da cadeira. O paciente não deve permanecer muito tempo sentado em cadeiras baixas e macias, pois isso resulta em má postura e dor excessiva.
Coletes e cintas podem ajudar a manter a postura ereta?
Eles não têm, em geral, nenhum valor, podendo até piorar a espondilite anquilosante. É melhor desenvolver seus próprios músculos e permanecer em postura ereta por meios naturais. Ocasionalmente, algum tipo de cinta pode sernecessária, por exemplo, após uma lesão nas costas. Porém, essa decisão deve ser tomada por um médico experiente no tratamento da doença.
A espondilite anquilosante pode prejudicar a vida profissional do paciente?
A experiência indica que pacientes com espondilite anquilosante são capazes de executar muitos tipos de trabalho, sejam intelectuais, semi-qualificados ou braçais, embora os trabalhos intelectuais sejam os de maior adaptação.
Existem exemplos de pacientes executando funções fisicamente estressantes, incluindo-se carpinteiros e operários de construção.
Um emprego que exija que o paciente alterne entre sentar-se, andar e permanecer em pé é ideal. O trabalho mais inadequado é aquele em que ele precisa se encurvar ou agachar-se sob uma bancada por horas seguidas.
Há pacientes com sucesso em carreiras profissionais de destaque. Com exceção de alguns casos especiais, a espondilite anquilosante não deve trazer dificuldades na obtenção de seguros de vida ou financiamentos para aquisição de imóveis.
O que o paciente pode fazer no trabalho para prevenir a coluna "torta"?
Postura: prestar atenção especial à posição das costas quando estiver trabalhando, de modo que não precise se encurvar. Se sentar em uma cadeira ou banco, certificar-se que o assento esteja na altura apropriada e não permaneça na mesma posição por muito tempo, sem mover suas costas.
Diminuir atividades: se ele tiver um trabalho pesado ou estafante, não deve se engajar em outras atividades em casa ou em outro lugar até que tenha descansado e, se necessário, deitado por algum tempo.
Repouso: também pode ser de grande auxílio, deitar-se por 20 minutos ao meio-dia e, dentro desse intervalo, permanecer alguns minutos deitado de bruços.
Procurar ajuda: se o trabalho é totalmente inadequado, envolvendo muita tensão nas costas ou exigindo que se curve, relatar isso a seu médico. Ele é capaz de aconselhá-lo a adaptar-se ao trabalho, envolvendo até mudanças de atividade. Alguns pacientes com espondilite anquilosante obtiveram êxito explicando suas necessidades a seus patrões e médicos.
Quais os cuidados que ele deve ter com a alimentação?
Quando a espondilite anquilosante está ativa, toda a saúde padece; o paciente perde peso, fica anormalmente cansado, deprimido ou anêmico. Nessas épocas, precisará de descanso extra e de uma dieta nutritiva. Uma boa dieta, nesse caso, contém duas porções de proteína alimentar ao dia - carne ou peixe. Frutas e vegetais são fontes de vitaminas e meio litro de leite por dia fornecerá o suplemento de cálcio necessário. Se necessário, o médico pode indicar comprimidos contendo ferro para combater a anemia.
Que cuidados deve ter ao dirigir um automóvel?
Se tiver de dirigir durante muito tempo, é importante parar por cerca de 5 minutos e sair do carro para se espreguiçar. A dor e rigidez podem distrair sua atenção, a qual é vital para sua segurança.
Muitos pacientes com rigidez do pescoço e de outras partes da coluna têm dificuldades em estacionar em marcha-ré, seja em vagas comuns ou garagens. É possível utilizar ou adaptar espelhos especiais para auxiliar o motorista. É importante que se pratique, utilizando a nova técnica, em uma grande área aberta com alguns obstáculos leves de madeira, os quais funcionariam como marcadores (um pedaço de cabo de vassoura fixado no solo pode ser útil para este propósito).
Apoios para a cabeça são aconselháveis para impedir lesões no pescoço devido à desaceleração repentina. O pescoço enrijecido de um paciente com espondilite anquilosante, é lesionado mais facilmente do que um pescoço normal. Um emblema de motorista deficiente pode ser apropriado se o paciente não puder caminhar muito rapidamente, o que é raro em casos de espondilite anquilosante.
O paciente pode praticar qualquer tipo de esporte?
Muitos pacientes perguntam quais atividades esportivas são apropriadas para eles. A atividade ideal é a natação, de preferência em piscina aquecida, pois utiliza todos os músculos e juntas sem friccioná-los. O nado regular é algo que toda a família pode fazer.
Alguns pacientes jovens gostam de correr em campos, de jogar tênis ou andar a cavalo. Esportes de contato não são indicados pois as juntas podem ser danificadas. Andar de bicicleta também é uma forma de exercício bastante benéfica, pois mantém as juntas ativas, dando maior força às pernas. Além disso, é um bom exercício de respiração e auxilia na expansibilidade do tórax, por vezes diminuída pela espondilite..
A doença interfere na atividade sexual?
Geralmente, a espondilite anquilosante não interfere na atividade sexual, a não ser que o quadril seja afetado, caso em que a moderna operação denominada artroplastia do quadril, se faz consideravelmente útil na liberação dos movimentos.
Existem riscos na gravidez de mulheres com espondilite?
A gravidez em mulheres com espondilite anquilosante não traz danos para a mãe ou o bebê, mas diferentemente de outras formas de reumatismo, a espondilite não melhora durante este período. Os bebês geralmente nascem da forma normal mas, eventualmente, é necessária uma cesariana caso as juntas do quadril se tornem muito rígidas.
Recomendações finais:
Pode haver alguma restrição do movimento das juntas afetadas mas, com o tratamento adequado e exercícios desde o início, a incapacidade se mantém branda. Além disso, as juntas do quadril não devem se enrijecer em posição flexionada.
Nem todos os pacientes que sofrem da doença retornam ao normal, mesmo quando exercícios são feitos, porém sérias deformidades podem ser prevenidas.
Lembre-se sempre de consultar o seu médico sobre a sua espondilite, pois ela se manifesta de forma muito diferente entre os seus portadores. Ele será de fundamental importância na prescrição dos seus medicamentos, na orientação dos seus exercícios e da sua fisioterapia e no seu aconselhamento geral, fundamentais para melhorar a sua espondilite e a sua auto-estima.
Fonte: http://emedix.uol.com.br/doe/reu001_1i_espondilite.php#texto1
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
A fonte da matéria sobre partos é : http://www.gestantes.net/parto-normal-ou-cesariana/
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Partos
Parto Normal ou Cesariana?
Parto normal é quase uma unanimidade entre os melhores médicos brasileiros. Mas mesmo assim, o aumento do número de cesarianas é um fato mundial e se deve sobretudo ao avanço tecnológico, facilitador de um diagnóstico tão acurado das condições da criança no útero que, em alguns casos (em centros mais avançados), é possível até mesmo curar certas doenças fetais.
Mas então por que os médicos insistem tanto para um parto normal?
Veja o quadro comparativo abaixe e entenda um pouco mais:
Parto Normal
1 A recuperação é rápida.
2 Não há dor pós-parto.
3 A rápida recuperação deixa a mãe mais tranqüila, o que favorece a lactação
4 A alta é mais rápida, o que possibilita à mãe retomar seus afazeres prontamente.
5 A cada parto normal, o trabalho de parto é mais fácil do que no anterior.
6 Se a mulher vir a sofrer de mioma (patologia comum do útero), na eventual necessidade de uma operação, esta será mais fácil.
7 O relaxamento da musculatura pélvica não altera em nada o desempenho sexual.
Cesariana
1 A recuperação é lenta.
2 Há dor pós-parto.
3 A recuperação lenta atrasa um pouco a lactação.
4 A alta demora mais, o que causa atrasos na retomada de suas atividades.
5 A cada cesariana, o trabalho de parto é mais complicado do que no anterior.
6 A operação do mioma, neste caso, se complica devido às aderências e às cirurgias anteriores.
7 Qualquer operação cirúrgica pode trazer complicações à saúde, o que pode prejudicar a disposição sexual.
Obviamente, há casos onde não exista a possibilidade de escolha. Veja quando a Cesariana é necessária:
A posição da criança não é adequada (ao invés de ela estar de cabeça para baixo, está sentada).
Não houve boa dilatação do colo do útero.
A criança é muito grande.
A bacia da mãe é muito pequena, não dá passagem para a criança.
Durante o trabalho de parto, surge o sofrimento fetal (demora que pode causar falta de oxigenação), quando esperar o desenrolar do trabalho de parto pode ser prejudicial à saúde do bebê.
Descolamento prematuro da placenta (que ocasiona hemorragias e falta de oxigenação).
Encurtamento do cordão umbilical.
Mãe de primeiro filho idosa.
Eclâmpsia ou pré-eclâmpsia (acesso convulsivo da parturiente).
Insuficiência placentária.
Sensibilização do feto pelo fator Rh.
De qualquer maneira, jamais tome uma decisão sem conversar com seu médico, só ele pode lhe indicar qual parto é o mais adequado para o seu caso।
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terça-feira, 30 de março de 2010
Vamos cuidar do nosso sono
19 de março: dia mundial do sono
Dormir é fundamental
Conheça 15 motivos que fazem do sono um aliado para você ter uma pele de pêssego e um organismo saudável
Por Patricia Boccia
Não há como quantificar um sono saudável. O que se sabe é que quando ficamos mais devagar durante o dia é indício de que descansamos pouco. Para saber a quantas anda a qualidade da sua noite, preste atenção em como seu cotidiano se desenvolve - se consegue realizar as tarefas sem dificuldade de concentração e com agilidade de raciocínio. Os especialistas dizem que um adulto jovem necessita de oito horas de repouso. No entanto, isso não é uma regra. Existem pessoas que se sentem bem com um tempo menor e outras que precisam de muito mais (até dez horas!). Aqueles que relaxam apenas cinco ou seis horas devem ficar atentos aos sinais de irritação, sonolência, mau humor, falta de atenção e redução da capacidade de decisão. Se essas situações acontecerem é prova de que a dose de sono está sendo insuficiente. Já quem dorme mais de oito horas tem de observar se esse longo período na cama não atrapalha o sossego da próxima noite, ou seja, se não faz você ir deitar muito tarde, o que desequilibra o organismo. Agora, saiba o que uma noite bem dormida pode fazer por sua beleza e saúde.
1
Jovem por mais tempo
Quando adormecemos, o cérebro envia um comando para que a glândula hipófise produza vários hormônios. Um dos mais importantes é o GH, do crescimento. "Na infância ele age no desenvolvimento, mas na fase adulta a sua principal função é a renovação celular dos órgãos, inclusive a da pele, o que desencadeia um rejuvenescimento natural", explica a neuropediatra Márcia Pradella Hallinan (SP).
2
Pele limpa e livre de acne
Uma noite tranquila equilibra a produção de cortisol - hormônio que faz as glândulas sebáceas trabalharem em níveis normais. "Se essa substância se mantém controlada, a derme gera menos oleosidade e, consequentemente, há menos risco de surgirem cravos e espinhas", diz a dermatologista Lígia Kogos (SP).
3
Diabetes passando longe
Não dormir direito inibe a produção de insulina - hormônio que equilibra os níveis de glicose no sangue - e eleva a quantidade de cortisol, que descompensa a glicemia. O efeito é mais açúcar e mais chances de desenvolver a doença. Pesquisa feita pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, demonstrou que quem dormiu apenas quatro horas por noite numa semana teve níveis glicêmicos parecidos aos dos diabéticos.
Só vá para a cama quando sentir sono - isso evita a ansiedade provocada por não conseguir dormir
4
Estrutura muscular tonificada
Durante o período de descanso a produção acelerada do hormônio do crescimento regenera possíveis microlesões das fibras musculares, que podem ser ocasionadas por exercícios físicos. Além disso, tonifica os músculos, melhorando sua definição e potencializando os resultados da malhação.
5
Apetite sob controle
A leptina, hormônio que controla a saciedade, é fabricada no repouso. Pessoas que não descansan direito a produzem em menor quantidade. Resultado: uma fome desenfreada de dia. "Dá para compensar a comilança se dormir bem depois, já que o hormônio do crescimento, que aumenta com o sono, queima gordura", esclarece a endocrinologista Regeane Trabulsi (SP).
6
Trabalhos mais bem realizados
Exames médicos de mapeamento cerebral mostram que um jovem que não dorme bem rende menos na execução de tarefas. Tudo por causa da queda no consumo de energia das regiões frontais do intelecto - área que responde por planejar e realizar atividades.
7
Coordenação motora superafinada
Repousar pouco interfere na velocidade dos reflexos. Já imaginou fazer aquela aula de step com os movimentos desordenados? "O corpo trabalha como se estivesse em câmera lenta", revela Luciano Ribeiro Pinto, neurologista do Instituto do Sono da Universidade de São Paulo.
8
Criatividade para dar e vender
Recente pesquisa publicada na revista científica americana Nature analisou 66 voluntários entre 20 e 30 anos. Todos foram submetidos a um teste matemático de soma e subtração com regras que eles desconheciam. Metade dos pesquisados fez o exame de manhã, depois de dormir oito horas, e o restante concluiu somente no final da tarde. O resultado foi surpreendente: 80% dos que se apresentaram descansados conseguiram êxito, mostrando excelentes soluções e visível rapidez.
9
Memória a toda prova
O sono é fundamental para uma boa memória e para o aprendizado de um modo geral. Ao longo do dia recebemos centenas de referências e armazenamos tudo em um compartimento do cérebro chamado hipocampo. "Os dados ficam guardados provisoriamente", afirma Flávio Alóe, neurologista do Centro de Sono do Hospital das Clínicas (SP). Quando dormimos, todo o "material" que fez parte de novos aprendizados é transferido para uma outra região - o lobo frontal. Lá é arquivado para ser lembrado somente quando for necessário. Com as pessoas que descansam pouco as informações não são fixadas na memória e, por mais que elas recebam novas mensagens, não conseguem guardá-las.
Dispense alimentos pesados no jantar: o estômago cheio dificulta o relaxamento e um repouso tranquilo
10
Bem estar em dia e garantido
Quando dormimos desaceleramos a utilização de diversos neurotransmissores do sistema nervoso, como a serotonina e a dopamina. Essas substâncias são responsáveis pelo equilíbrio emocional, que gera satisfação física e mental - e necessitam desse tempo de "recarregamento". Por isso que quem não repousa muito já levanta da cama irritado e mal-humorado, com o pé esquerdo.
11
Estado de atenção em alerta
Um estudo realizado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, analisou pessoas que estavam sem dormir por mais de 19 horas. Todas se submeteram a exames de atenção e constatou-se que cometiam os mesmos erros que aquelas com até 0,8 g de álcool no sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque! Ou seja, ficou comprovado que o cansaço diminuiu totalmente o poder de concentração.
12
Rosto com saúde
O excesso de hormônio cortisol, desencadeado pela falta de descanso, torna-se um perigo para os vasos sanguíneos, pois para se proteger do fluxo dessa substância eles acabam se contraindo e elevando a pressão arterial. Esse mecanismo chamado vasoconstrição se reflete na face, que fica aparentemente abatida, deixando evidente que você passou a noite em claro. Além disso, é durante o sono que o corpo aproveita para fazer uma higiene interna e se livrar de toxinas (impurezas que são absorvidas no decorrer do dia juntamente com a poluição e a alimentação).
13
Ossos muito fortes
Cerca de 80% do hormônio do crescimento é originado quando dormimos profundamente. Nos adultos, esse montante beneficia diretamente os ossos. É que a fabricação de osteoblastos (as principais células que formam a estrutura óssea) se intensifica.
14
Estresse bem a distância
A alteração hormonal do cortisol, provocada pela falta adequada de repouso, dá a sensação de estar vivendo sob alta tensão. O problema é que o prejuízo vem a longo prazo: predisposição a doenças e maior desgaste emocional. Em compensação, o sono dos justos serve para reduzir as doses excessivas desse hormônio e combater a ansiedade e o estresse.
15
Resistência contra gripe e cia.
Quando adormecemos, o corpo produz uma intensa quantidade de anticorpos que protegem contra infecções e enfermidades. Se você fecha os olhos por um curto período de tempo ou acorda várias vezes, interrompendo o ciclo normal do repouso, acaba impedindo a atuação dos glóbulos brancos responsáveis pela imunidade. Em estudos feitos com grupos de pessoas portadoras do vírus do herpes, foi constatado que a noite maldormida detona o problema, pois a lesão teima em aparecer quando a imunidade baixa a guarda.
Fonte: Revista Corpo a Corpo
http://corpoacorpo.uol.com.br/nutricao-saude/noticias/artigo164533-1.asp
Dormir é fundamental
Conheça 15 motivos que fazem do sono um aliado para você ter uma pele de pêssego e um organismo saudável
Por Patricia Boccia
Não há como quantificar um sono saudável. O que se sabe é que quando ficamos mais devagar durante o dia é indício de que descansamos pouco. Para saber a quantas anda a qualidade da sua noite, preste atenção em como seu cotidiano se desenvolve - se consegue realizar as tarefas sem dificuldade de concentração e com agilidade de raciocínio. Os especialistas dizem que um adulto jovem necessita de oito horas de repouso. No entanto, isso não é uma regra. Existem pessoas que se sentem bem com um tempo menor e outras que precisam de muito mais (até dez horas!). Aqueles que relaxam apenas cinco ou seis horas devem ficar atentos aos sinais de irritação, sonolência, mau humor, falta de atenção e redução da capacidade de decisão. Se essas situações acontecerem é prova de que a dose de sono está sendo insuficiente. Já quem dorme mais de oito horas tem de observar se esse longo período na cama não atrapalha o sossego da próxima noite, ou seja, se não faz você ir deitar muito tarde, o que desequilibra o organismo. Agora, saiba o que uma noite bem dormida pode fazer por sua beleza e saúde.
1
Jovem por mais tempo
Quando adormecemos, o cérebro envia um comando para que a glândula hipófise produza vários hormônios. Um dos mais importantes é o GH, do crescimento. "Na infância ele age no desenvolvimento, mas na fase adulta a sua principal função é a renovação celular dos órgãos, inclusive a da pele, o que desencadeia um rejuvenescimento natural", explica a neuropediatra Márcia Pradella Hallinan (SP).
2
Pele limpa e livre de acne
Uma noite tranquila equilibra a produção de cortisol - hormônio que faz as glândulas sebáceas trabalharem em níveis normais. "Se essa substância se mantém controlada, a derme gera menos oleosidade e, consequentemente, há menos risco de surgirem cravos e espinhas", diz a dermatologista Lígia Kogos (SP).
3
Diabetes passando longe
Não dormir direito inibe a produção de insulina - hormônio que equilibra os níveis de glicose no sangue - e eleva a quantidade de cortisol, que descompensa a glicemia. O efeito é mais açúcar e mais chances de desenvolver a doença. Pesquisa feita pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, demonstrou que quem dormiu apenas quatro horas por noite numa semana teve níveis glicêmicos parecidos aos dos diabéticos.
Só vá para a cama quando sentir sono - isso evita a ansiedade provocada por não conseguir dormir
4
Estrutura muscular tonificada
Durante o período de descanso a produção acelerada do hormônio do crescimento regenera possíveis microlesões das fibras musculares, que podem ser ocasionadas por exercícios físicos. Além disso, tonifica os músculos, melhorando sua definição e potencializando os resultados da malhação.
5
Apetite sob controle
A leptina, hormônio que controla a saciedade, é fabricada no repouso. Pessoas que não descansan direito a produzem em menor quantidade. Resultado: uma fome desenfreada de dia. "Dá para compensar a comilança se dormir bem depois, já que o hormônio do crescimento, que aumenta com o sono, queima gordura", esclarece a endocrinologista Regeane Trabulsi (SP).
6
Trabalhos mais bem realizados
Exames médicos de mapeamento cerebral mostram que um jovem que não dorme bem rende menos na execução de tarefas. Tudo por causa da queda no consumo de energia das regiões frontais do intelecto - área que responde por planejar e realizar atividades.
7
Coordenação motora superafinada
Repousar pouco interfere na velocidade dos reflexos. Já imaginou fazer aquela aula de step com os movimentos desordenados? "O corpo trabalha como se estivesse em câmera lenta", revela Luciano Ribeiro Pinto, neurologista do Instituto do Sono da Universidade de São Paulo.
8
Criatividade para dar e vender
Recente pesquisa publicada na revista científica americana Nature analisou 66 voluntários entre 20 e 30 anos. Todos foram submetidos a um teste matemático de soma e subtração com regras que eles desconheciam. Metade dos pesquisados fez o exame de manhã, depois de dormir oito horas, e o restante concluiu somente no final da tarde. O resultado foi surpreendente: 80% dos que se apresentaram descansados conseguiram êxito, mostrando excelentes soluções e visível rapidez.
9
Memória a toda prova
O sono é fundamental para uma boa memória e para o aprendizado de um modo geral. Ao longo do dia recebemos centenas de referências e armazenamos tudo em um compartimento do cérebro chamado hipocampo. "Os dados ficam guardados provisoriamente", afirma Flávio Alóe, neurologista do Centro de Sono do Hospital das Clínicas (SP). Quando dormimos, todo o "material" que fez parte de novos aprendizados é transferido para uma outra região - o lobo frontal. Lá é arquivado para ser lembrado somente quando for necessário. Com as pessoas que descansam pouco as informações não são fixadas na memória e, por mais que elas recebam novas mensagens, não conseguem guardá-las.
Dispense alimentos pesados no jantar: o estômago cheio dificulta o relaxamento e um repouso tranquilo
10
Bem estar em dia e garantido
Quando dormimos desaceleramos a utilização de diversos neurotransmissores do sistema nervoso, como a serotonina e a dopamina. Essas substâncias são responsáveis pelo equilíbrio emocional, que gera satisfação física e mental - e necessitam desse tempo de "recarregamento". Por isso que quem não repousa muito já levanta da cama irritado e mal-humorado, com o pé esquerdo.
11
Estado de atenção em alerta
Um estudo realizado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, analisou pessoas que estavam sem dormir por mais de 19 horas. Todas se submeteram a exames de atenção e constatou-se que cometiam os mesmos erros que aquelas com até 0,8 g de álcool no sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque! Ou seja, ficou comprovado que o cansaço diminuiu totalmente o poder de concentração.
12
Rosto com saúde
O excesso de hormônio cortisol, desencadeado pela falta de descanso, torna-se um perigo para os vasos sanguíneos, pois para se proteger do fluxo dessa substância eles acabam se contraindo e elevando a pressão arterial. Esse mecanismo chamado vasoconstrição se reflete na face, que fica aparentemente abatida, deixando evidente que você passou a noite em claro. Além disso, é durante o sono que o corpo aproveita para fazer uma higiene interna e se livrar de toxinas (impurezas que são absorvidas no decorrer do dia juntamente com a poluição e a alimentação).
13
Ossos muito fortes
Cerca de 80% do hormônio do crescimento é originado quando dormimos profundamente. Nos adultos, esse montante beneficia diretamente os ossos. É que a fabricação de osteoblastos (as principais células que formam a estrutura óssea) se intensifica.
14
Estresse bem a distância
A alteração hormonal do cortisol, provocada pela falta adequada de repouso, dá a sensação de estar vivendo sob alta tensão. O problema é que o prejuízo vem a longo prazo: predisposição a doenças e maior desgaste emocional. Em compensação, o sono dos justos serve para reduzir as doses excessivas desse hormônio e combater a ansiedade e o estresse.
15
Resistência contra gripe e cia.
Quando adormecemos, o corpo produz uma intensa quantidade de anticorpos que protegem contra infecções e enfermidades. Se você fecha os olhos por um curto período de tempo ou acorda várias vezes, interrompendo o ciclo normal do repouso, acaba impedindo a atuação dos glóbulos brancos responsáveis pela imunidade. Em estudos feitos com grupos de pessoas portadoras do vírus do herpes, foi constatado que a noite maldormida detona o problema, pois a lesão teima em aparecer quando a imunidade baixa a guarda.
Fonte: Revista Corpo a Corpo
http://corpoacorpo.uol.com.br/nutricao-saude/noticias/artigo164533-1.asp
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Colunista - Lucia Mandel -
Você só tem a ganhar com o check up de suas pintas
terça-feira, 16 de março de 2010 | 15:01
É simples: você tira a roupa e, em poucos minutos, o dermatologista avalia uma a uma as pintas do seu corpo. A maior parte é conferida a olho nu. Outras podem precisar de lupa especial, que diferencia pintas normais de pintas cancerosas. Se houver pinta suspeita, ela é removida e enviada ao patologista.
Esse exame é simples e importantíssimo porque pode salvar sua vida: o melanoma, o mais agressivo dos cânceres de pele, é curável se detectado nos estágios iniciais.
Faça o check up uma vez por ano
Quando o melanoma é detectado no começo, a taxa de cura é próxima a 100%. Com o tempo, ele se desenvolve e pode se espalhar para outros órgãos. É triste quando uma pessoa descobre um melanoma avançado: a mesma doença que podia ter sido curada, agora provavelmente custará a vida.
Dois estudos científicos publicados recentemente comprovam que, quando o dermatologista confere rotineiramente as pintas de seus pacientes, acaba descobrindo melanomas iniciais. Por isso, mesmo que você nem imagine ter uma pinta suspeita, mesmo que garanta que nenhuma pinta se modificou ao longo do tempo - ou mesmo quando tudo o que espera do dermatologista é uma caprichada no Botox - o exame dermatológico é fundamental.
Grupo de risco
Todo mundo corre risco de ter melanoma, basta estar vivo. Mas existem pessoas mais suscetíveis. Quem passou dos 50 e tem pele clara, quem costuma se queimar ao sol e ficar vermelho e quem já teve queimaduras solares com bolhas está no grupo de risco. Também está quem tem mais de 50 pintas pelo corpo. Ou quem tem na família alguém que já teve melanoma. O risco é maior se o parente for próximo, como mãe, pai ou irmão. Esportistas que passam muito tempo ao ar livre também entram no grupo de risco, e adeptos do bronzeamento artificial idem.
Se você se encaixou no grupo de risco, marque uma consulta com um dermatologista e faça um check up de suas pintas. Se você já vai ao dermatologista para cuidar de assuntos de beleza ou mesmo para olhar uma unha com micose, peça a ele que aproveite e olhe também suas pintas. Porque a detecção precoce é a melhor arma contra o câncer de pele.
Fonte: revista veja
terça-feira, 16 de março de 2010 | 15:01
É simples: você tira a roupa e, em poucos minutos, o dermatologista avalia uma a uma as pintas do seu corpo. A maior parte é conferida a olho nu. Outras podem precisar de lupa especial, que diferencia pintas normais de pintas cancerosas. Se houver pinta suspeita, ela é removida e enviada ao patologista.
Esse exame é simples e importantíssimo porque pode salvar sua vida: o melanoma, o mais agressivo dos cânceres de pele, é curável se detectado nos estágios iniciais.
Faça o check up uma vez por ano
Quando o melanoma é detectado no começo, a taxa de cura é próxima a 100%. Com o tempo, ele se desenvolve e pode se espalhar para outros órgãos. É triste quando uma pessoa descobre um melanoma avançado: a mesma doença que podia ter sido curada, agora provavelmente custará a vida.
Dois estudos científicos publicados recentemente comprovam que, quando o dermatologista confere rotineiramente as pintas de seus pacientes, acaba descobrindo melanomas iniciais. Por isso, mesmo que você nem imagine ter uma pinta suspeita, mesmo que garanta que nenhuma pinta se modificou ao longo do tempo - ou mesmo quando tudo o que espera do dermatologista é uma caprichada no Botox - o exame dermatológico é fundamental.
Grupo de risco
Todo mundo corre risco de ter melanoma, basta estar vivo. Mas existem pessoas mais suscetíveis. Quem passou dos 50 e tem pele clara, quem costuma se queimar ao sol e ficar vermelho e quem já teve queimaduras solares com bolhas está no grupo de risco. Também está quem tem mais de 50 pintas pelo corpo. Ou quem tem na família alguém que já teve melanoma. O risco é maior se o parente for próximo, como mãe, pai ou irmão. Esportistas que passam muito tempo ao ar livre também entram no grupo de risco, e adeptos do bronzeamento artificial idem.
Se você se encaixou no grupo de risco, marque uma consulta com um dermatologista e faça um check up de suas pintas. Se você já vai ao dermatologista para cuidar de assuntos de beleza ou mesmo para olhar uma unha com micose, peça a ele que aproveite e olhe também suas pintas. Porque a detecção precoce é a melhor arma contra o câncer de pele.
Fonte: revista veja
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